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01/10/2012SC é destaque na abertura de novos negócios

http://www.aemflo-cdlsj.org.br/noticias/detalhe/4396

 

O Brasil é apontado como um dos países mais promissores do mundo. Especialistas apontam que o país passará a França e será a quinta economia mundial em 2012, entretanto, problemas como a infraestrutura, má administração dos recursos públicos, alta carga tributária e a não reversão dos impostos em benefícios à população são barreiras que podem impedir o Brasil de atingir o desenvolvimento.

 

Uma pesquisa do Banco Mundial realizada em 2012 revela mais um problema: entre 183 países pesquisados, o Brasil ocupa a 120ª posição na categoria começar um negócio, que avalia os critérios e o tempo para se abrir uma empresa no país.

Em comparação com os melhores colocados no ranking, o caráter engessado do setor público fica mais evidente. Enquanto nos Estados Unidos, 5º colocado, são necessários seis dias para abrir um negócio, no Brasil, o mesmo processo pode levar 119 dias. Apesar da lentidão, a quantidade de empresas vem aumentando. De 2000 a 2011, o número de empresas regularizadas no Brasil saltou de 460.602 para 608.510. O número de falências também aumentou de 99.966 para 223.619 empresas extintas.

Empresas falidas normalmente fecham as portas em quatro anos, segundo o estudo do Banco Mundial. Nos países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) esse prazo cai para um ano e sete meses.

Em Santa Catarina o quadro é mais favorável. O empresário Paulo Stahlhofer, da empresa Gicon Contabilidade, associada à AEMFLO e CDL-SJ, considera o sistema administrativo e fiscal catarinense um modelo nacional e elogia a integração dos órgãos competentes. Em Santa Catarina, o quadro é totalmente diferente. Em cinco dias é possível abrir um negócio em nosso Estado. O sistema é integrado: Junta Comercial, a secretaria da Fazenda, as prefeituras e a Receita Federal trabalham com o mesmo pedido de abertura de empresa e rapidamente é regularizada a situação do novo empresário, comenta. Com relação aos pedidos de falência, Stahlhofer admite que o processo fica lento. E nos casos de empresas que desejam fechar as portas o processo dificulta, pois migra para um âmbito judicial. Nesse caso a situação foge do controle, finaliza.


Paulo Stahlhofer e o seu filho Willian Stahlhofer, proprietários da Gicon Contabilidade, enxergam SC na frente de outros estados quando o quesito é abrir um negócio”

Com informações do portal Economia & Negócios

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